Mas nem tudo são desgraças. Também há um tempo para gozar a vida e brincar, mesmo com coisas sérias. E esta noticia é um antibiótico no meio desta septicemia social.
Dois brasonados cá da praça quase que andaram á estalada por causa da veracidade da sua descendência de Nuno Alvares que agora virou santo.
D. Duarte e Nuno da Câmara Pereira dizem serem eles e só um deles o fiel descendente de tão ilustre nome da nossa história.E vai daì quase que deu duelo nas traseiras do Jardim Zoologico.
Agora pergunto eu:
Mas este senhores acham que isso é relevante para 90% da população portuguesa? Que utilidade, a não ser para os egos atrofiados desses ilustres cidadãos,têm serem ou não descendentes de Nuno Alvares, da Padeira de Aljubarrota ou da Miquelina Zarolha.
Vê-se logo que este pessoal não tem mais nada que fazer.
sábado, 25 de abril de 2009
Jornal muito Hard
Assisti a uma parte do jornal nacional de sexta-feira da TVI, 24 de Abril, onde Manuela Moura Guedes entrevistava Medina Carreira, ex-ministro das finanças. Acho que foi um momento memorável de surrealismo e non-sense. Duas personalidades vincadas num ambiente com o doce perfume dos “odiozinhos” no ar. Impagável…
Não há lugar para culpas...
"O Banco Privado Português (BPP) terá comercializado produtos financeiros em relação aos quais não houve qualquer tipo de investimento subjacente. Segundo apurou o Correio da Manhã junto de várias entidades, foram lançados investimentos cujo único objectivo seria angariar poupanças que serviam para pagar resgates de outros clientes do banco.”
Fonte oficial do banco afirmou não ser verdade "que tenham sido identificados quaisquer veículos comerciais sem nenhuns colaterais subjacentes". O gabinete de Adão da Fonseca reafirma que "o dinheiro dos clientes foi usado na totalidade para adquirir activos, que existem no banco".
Estas afirmações contrariam as declarações de Carlos Tavares, proferidas esta semana na Comissão Parlamentar. O presidente da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), em resposta a uma pergunta de um deputado, afirmou terem existido "transacções fictícias para alimentar veículos fictícios".
E por fim:
O ex-presidente do BPP, João Rendeiro, rejeitou a responsabilidade pelo estado do banco afirmando em Dezembro: "Não me sinto culpado, não há lugar para culpas, há lugar para uma situação financeira complexa" e ameaçou, num artigo de opinião, processar quem o comparasse à Dona Branca.
Fonte: Correio da Manhã 25-04-2009
E para terminar, eis um exemplo de justiça célere, contrariamente á vergonhosa demora da justiça portuguesa: em 8 ou 9 meses, por volta de 16 Junho 2009 haverá a sentença que determinará se Bernard Madoff será condenado a 150 de prisão pelo esquema da pirâmide financeira.
Fonte oficial do banco afirmou não ser verdade "que tenham sido identificados quaisquer veículos comerciais sem nenhuns colaterais subjacentes". O gabinete de Adão da Fonseca reafirma que "o dinheiro dos clientes foi usado na totalidade para adquirir activos, que existem no banco".
Estas afirmações contrariam as declarações de Carlos Tavares, proferidas esta semana na Comissão Parlamentar. O presidente da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), em resposta a uma pergunta de um deputado, afirmou terem existido "transacções fictícias para alimentar veículos fictícios".
E por fim:
O ex-presidente do BPP, João Rendeiro, rejeitou a responsabilidade pelo estado do banco afirmando em Dezembro: "Não me sinto culpado, não há lugar para culpas, há lugar para uma situação financeira complexa" e ameaçou, num artigo de opinião, processar quem o comparasse à Dona Branca.
Fonte: Correio da Manhã 25-04-2009
E para terminar, eis um exemplo de justiça célere, contrariamente á vergonhosa demora da justiça portuguesa: em 8 ou 9 meses, por volta de 16 Junho 2009 haverá a sentença que determinará se Bernard Madoff será condenado a 150 de prisão pelo esquema da pirâmide financeira.
Já começam a afiar as unhas...
O presidente executivo do Banco Espírito Santo (BES) elogiou o projecto de obras públicas que contempla o novo aeroporto ou a rede de alta velocidade.
«O nosso país tem credibilidade. Precisamos de meios de transporte que possibilitem a integração europeia. A política de grandes obras não é nada exagerada», disse Ricardo Salgado em entrevista à SIC Notícias em 15-04-2009.
Preparem-se. A alcateia está atenta.
«O nosso país tem credibilidade. Precisamos de meios de transporte que possibilitem a integração europeia. A política de grandes obras não é nada exagerada», disse Ricardo Salgado em entrevista à SIC Notícias em 15-04-2009.
Preparem-se. A alcateia está atenta.
Discurso do crocodilo depois do banquete
Depois da orgia escandalosa (e concertada???!!!!)da subida de preço dos combustíveis e da quietude quando o preço do petróleo baixou para 1 terço, ver a Galp Energia dizer: “…vamos partilhar a nossa energia positiva…blá..blá..blá..." "...junte-se a esta nova geração de energia positiva..." "... para um futuro de eficiência energética ambientalmente sustentável..." numa mensagem que mais parece vinda de um grupo ambientalista/fundamentalista, é assistir a um exercício de cinismo e hipocrisia numa publicidade depressiva e neurótica.
Vão-se fo….
Vão-se fo….
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Piada feita por adulto empedernido ...
"Sócrates nem sequer se apercebe, que, quando diz que o computador é resistente aos líquidos, pela cabeça daqueles adultos empedernidos, os líquidos que se imaginam não são propriamente nem água, nem leite, nem iogurte."
José Pacheco Pereira, no blogue Abrupto, 2/11/2008
José Pacheco Pereira, no blogue Abrupto, 2/11/2008
Piada para assustar crianças
"[Ao] desemprego de Cabo Verde, ao desemprego da Ucrânia, isso ajudam. Ao desemprego de Portugal, duvido".
Manuel Ferreira Leite, interrogada se não considera que "as obras públicas ajudarão, pelo menos, ao factor desemprego"
Manuel Ferreira Leite, interrogada se não considera que "as obras públicas ajudarão, pelo menos, ao factor desemprego"
Piadas para idiotas II
"Eles não precisam de 80 euros para ir beber cervejas, comer doces ou serem roubados pelos filhos."
Maria José Nogueira Pinto, nas Jornadas Parlamentares do PSD, explicando porque é contra o Complemento Solidário para Idosos
Maria José Nogueira Pinto, nas Jornadas Parlamentares do PSD, explicando porque é contra o Complemento Solidário para Idosos
Piada para idiotas
"É muito difícil explicar a uma criança as diferenças entre o PS e o PSD."
Patrícia Reis, escritora e jornalista
Patrícia Reis, escritora e jornalista
Piada para economistas
"A melhor maneira de estar numa organização sem criar grandes problemas é não fazer nada."
Luís Cunha Ribeiro, ex-presidente do INEM, em Fevereiro de 2008
Luís Cunha Ribeiro, ex-presidente do INEM, em Fevereiro de 2008
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