"Padre Melícias com pensão de 7450 euros
Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, tem uma pensão mensal de 7450 euros."
Correio da Manhã - 18-03-2009
A industria da miséria a fazer fortunas.
Este padreco quando morrer, com esta reforma, vai de TGV em classe de luxo para o Céu.
No Inferno ficam todos aqueles que tem 200 ou 300 euros de reforma, que não têm rendimento minimo assegurado, que não ocuparam casas, nem casa têm de borla da Camâra, nem andam aos tiros nos bairros sociais por problemas da industria da droga.
Este Sr. tem duas coisas que admiro. Um sorriso tipo PVC e um estilo de vestir muito In...
quinta-feira, 19 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
Dizer asneiras ...solenemente.
Toda a gente pode estar sujeita a dizer asneiras, acontece. O pior é dizê-lo de uma forma solene.
Foi decepcionante ouvir no programa “Prós e Contras”, “Como Responder à Crise?” (10/03/2009) o Dr. Paulo Malo detentor de um império de clínicas dentárias e com o maior centro de Implantologia e Reabilitação Oral Fixa do mundo, dizer que os patrões muitas vezes vivem pior que os empregados. E que mesmo admitindo a muito custo que a greve é um direito, nas empresas dele quem está mal …muda-se. Greve é que não.
Admitia essa observação pateta vinda de um construtor pato-bravo ou de um pendura novo-rico e não de um empresário que se afirma de topo.
Foi decepcionante ouvir no programa “Prós e Contras”, “Como Responder à Crise?” (10/03/2009) o Dr. Paulo Malo detentor de um império de clínicas dentárias e com o maior centro de Implantologia e Reabilitação Oral Fixa do mundo, dizer que os patrões muitas vezes vivem pior que os empregados. E que mesmo admitindo a muito custo que a greve é um direito, nas empresas dele quem está mal …muda-se. Greve é que não.
Admitia essa observação pateta vinda de um construtor pato-bravo ou de um pendura novo-rico e não de um empresário que se afirma de topo.
A Galp chupa-chupa
Na passada quarta-feira, 4 de Março, a orgulhosa Galp anunciou os seus resultados de 2008. Ninguém se incomodou com o facto de a companhia petrolífera ter declarado um lucro de 478 milhões de euros, dos quais 105 milhões vieram direitinhos da lentidão de ajustamento à descida dos preços do petróleo internacional.
Ou seja, a Galp passou vários meses a demorar intencionalmente a descida dos preços da gasolina e do gasóleo ao público, ganhando com isso a módica quantia de... respire bem fundo, 105 milhões!
A administração e os accionistas da Galp sentiram certamente grande alegria pelo facto de a empresa ter tido um ano histórico de aumento de lucros. Em momento algum lhes passou pela cabeça que estavam a cometer um grave erro, faltando ao respeito aos seus conterrâneos! Claro que não: para eles era apenas uma forma esperta de ganhar mais dinheiro à custa do mexilhão. De cada vez que iam às bombas atestar, os portugueses pagavam sempre mais do que deviam. O preço do petróleo a descer a pique e nas bombas aquela teimosa resistência à descida, aquela sacanice tão típica de grande empresa que se está nas tintas para nós.
É por estas e por outras que eu, não sendo de esquerda, percebo perfeitamente a raiva que a esquerda destila contra as grandes empresas. O exemplo que a Galp deu ao País foi o de uma empresa insensível e predadora, que só se interessa em "maximizar o lucro", ou seja, encher os bolsos dos accionistas, e nem por um instante se incomoda com o facto de poder estar a cometer ilegalidades. E a responsabilidade social, para a Galp, não existe? Nas escolas de gestão mais avançadas, onde certamente estudaram muitos dos administradores da Galp e das empresas suas accionistas, ensina-se uma coisa chamada responsabilidade social, que no fundo é preocuparmo-nos com o mundo à nossa volta e não olhar para os consumidores apenas como malta a quem vamos chupar o dinheirinho o mais possível. Infelizmente, foi isso que fez a Galp. Chupou, chupou, chupou até mais não poder.
Infelizmente também, em Portugal não há no PSD ninguém capaz de tornar estas situações numa arma de arremesso política contra o Governo. Sobre o assunto, o PSD disse nada. Não vou aqui especular porquê, mas apenas dizer que o silêncio do PSD foi a medida da sua confrangedora incapacidade. Quem perde uma oportunidade política de ouro como esta para enfurecer a população contra o Governo e com isso se afirmar como alternativa não merece ganhar eleições.
Domingos Amaral,
Correio da Manhã - 11 Março 2009
Concordo com o que está escrito.
Foi perverso assistir aquela orgia concertada de subidas regulares, programadas entre as distribuidoras e logo a seguir á passividade e completo desinteresse em corrigir os preços na descida e assistir ás explicações idiotas dos responsáveis pelas distribuidoras.
Ou seja, a Galp passou vários meses a demorar intencionalmente a descida dos preços da gasolina e do gasóleo ao público, ganhando com isso a módica quantia de... respire bem fundo, 105 milhões!
A administração e os accionistas da Galp sentiram certamente grande alegria pelo facto de a empresa ter tido um ano histórico de aumento de lucros. Em momento algum lhes passou pela cabeça que estavam a cometer um grave erro, faltando ao respeito aos seus conterrâneos! Claro que não: para eles era apenas uma forma esperta de ganhar mais dinheiro à custa do mexilhão. De cada vez que iam às bombas atestar, os portugueses pagavam sempre mais do que deviam. O preço do petróleo a descer a pique e nas bombas aquela teimosa resistência à descida, aquela sacanice tão típica de grande empresa que se está nas tintas para nós.
É por estas e por outras que eu, não sendo de esquerda, percebo perfeitamente a raiva que a esquerda destila contra as grandes empresas. O exemplo que a Galp deu ao País foi o de uma empresa insensível e predadora, que só se interessa em "maximizar o lucro", ou seja, encher os bolsos dos accionistas, e nem por um instante se incomoda com o facto de poder estar a cometer ilegalidades. E a responsabilidade social, para a Galp, não existe? Nas escolas de gestão mais avançadas, onde certamente estudaram muitos dos administradores da Galp e das empresas suas accionistas, ensina-se uma coisa chamada responsabilidade social, que no fundo é preocuparmo-nos com o mundo à nossa volta e não olhar para os consumidores apenas como malta a quem vamos chupar o dinheirinho o mais possível. Infelizmente, foi isso que fez a Galp. Chupou, chupou, chupou até mais não poder.
Infelizmente também, em Portugal não há no PSD ninguém capaz de tornar estas situações numa arma de arremesso política contra o Governo. Sobre o assunto, o PSD disse nada. Não vou aqui especular porquê, mas apenas dizer que o silêncio do PSD foi a medida da sua confrangedora incapacidade. Quem perde uma oportunidade política de ouro como esta para enfurecer a população contra o Governo e com isso se afirmar como alternativa não merece ganhar eleições.
Domingos Amaral,
Correio da Manhã - 11 Março 2009
Concordo com o que está escrito.
Foi perverso assistir aquela orgia concertada de subidas regulares, programadas entre as distribuidoras e logo a seguir á passividade e completo desinteresse em corrigir os preços na descida e assistir ás explicações idiotas dos responsáveis pelas distribuidoras.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Fazer acontecer
As vantagens
Para se posicionar no novo quadro competitivo global, Portugal dispõe hoje de novos trunfos de qualificação das pessoas, das empresas e dos territórios, que reforçam a possibilidade de se focar com resultados naquelas que são as suas duas vantagens competitivas mais fortes.
Esta dupla vantagem sustenta-se em realidades consistentes: Portugal é um país-rede num mundo em rede e é um país gerador de respostas integradas e criativas num tempo em que os conceitos inovadores são a base para as novas soluções, processos e produtos que os mercados ambicionam.
A crise global está a destruir emprego em todo o Mundo e também em Portugal. No entanto, as estatísticas e as notícias evidenciam também que no nosso país os sectores que oferecem soluções globais inovadoras e serviços de alto valor acrescentado e tecnologicamente ajustados aos clientes não só têm vindo a garantir os níveis de emprego proporcionado como algumas empresas têm mesmo vindo a aumentar os respectivos níveis de recrutamento.
A sustentabilidade e a criação de emprego no nosso país por empresas nacionais e internacionais que se posicionam nos serviços partilhados inovadores e com alto valor acrescentado constitui um sinal que não pode ser ignorado, em particular pelos empreendedores e pelos jovens que espreitam um nicho de oportunidade no mercado de trabalho.
Para triunfar é preciso capacidade de surpreender e gerar empatia. Esta fórmula tem diversas traduções e possibilidades de concretização. No que respeita a Portugal, empatia é o que decorre do nosso posicionamento competitivo como país-rede e a surpresa é o fruto do saber, do esforço e do talento resultantes do investimento qualificador que tem sido feito.
Temos uma dupla vantagem para enfrentar as dificuldades com sucesso. Conscientes disto, temos de ir a jogo para ganhar, fazendo da crise um momento de reposicionamento competitivo que seja bom para Portugal e bom para os portugueses.
Carlos Zorrinho, Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico
06 Março 2009 - Correio da Manhã.
Pode parecer que é um discurso estéril, demagogo, matriz de um academismo saloio, recheado de lugares comuns para impressionar, ridiculo pelo artificial a que soa, mas não.
Estamos perante uma autentica lufada de ar fresco na estratégia económica, capaz de conter a solução para a crise. Este é um discurso genial pela fluidez, pela síntese plena de objectividade, pelo raciocínio mais rendilhado que janela manuelina e portador de uma linguagem clara, perfeitamente entendível pelos letrados das Novas Oportunidades.
Estes são os passos para Portugal sair do buraco. Felizmente temos Coordenadores Nacionais “iluminados” que pensam por todos nós.
As vantagens
Para se posicionar no novo quadro competitivo global, Portugal dispõe hoje de novos trunfos de qualificação das pessoas, das empresas e dos territórios, que reforçam a possibilidade de se focar com resultados naquelas que são as suas duas vantagens competitivas mais fortes.
Esta dupla vantagem sustenta-se em realidades consistentes: Portugal é um país-rede num mundo em rede e é um país gerador de respostas integradas e criativas num tempo em que os conceitos inovadores são a base para as novas soluções, processos e produtos que os mercados ambicionam.
A crise global está a destruir emprego em todo o Mundo e também em Portugal. No entanto, as estatísticas e as notícias evidenciam também que no nosso país os sectores que oferecem soluções globais inovadoras e serviços de alto valor acrescentado e tecnologicamente ajustados aos clientes não só têm vindo a garantir os níveis de emprego proporcionado como algumas empresas têm mesmo vindo a aumentar os respectivos níveis de recrutamento.
A sustentabilidade e a criação de emprego no nosso país por empresas nacionais e internacionais que se posicionam nos serviços partilhados inovadores e com alto valor acrescentado constitui um sinal que não pode ser ignorado, em particular pelos empreendedores e pelos jovens que espreitam um nicho de oportunidade no mercado de trabalho.
Para triunfar é preciso capacidade de surpreender e gerar empatia. Esta fórmula tem diversas traduções e possibilidades de concretização. No que respeita a Portugal, empatia é o que decorre do nosso posicionamento competitivo como país-rede e a surpresa é o fruto do saber, do esforço e do talento resultantes do investimento qualificador que tem sido feito.
Temos uma dupla vantagem para enfrentar as dificuldades com sucesso. Conscientes disto, temos de ir a jogo para ganhar, fazendo da crise um momento de reposicionamento competitivo que seja bom para Portugal e bom para os portugueses.
Carlos Zorrinho, Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico
06 Março 2009 - Correio da Manhã.
Pode parecer que é um discurso estéril, demagogo, matriz de um academismo saloio, recheado de lugares comuns para impressionar, ridiculo pelo artificial a que soa, mas não.
Estamos perante uma autentica lufada de ar fresco na estratégia económica, capaz de conter a solução para a crise. Este é um discurso genial pela fluidez, pela síntese plena de objectividade, pelo raciocínio mais rendilhado que janela manuelina e portador de uma linguagem clara, perfeitamente entendível pelos letrados das Novas Oportunidades.
Estes são os passos para Portugal sair do buraco. Felizmente temos Coordenadores Nacionais “iluminados” que pensam por todos nós.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
O CASALINHO
Centro Comercial
Livraria Z
Depois de almoço
Entrei, ía ver as novidades. Os lançamentos as promoções, enfim coisas para comprar.
A um canto reparei num jovem funcionário, entre os 25 e 28 anos, que prestava assistência a uma balzaquiana, loira, cheiinha por entre os 45 e 47 anos, toda muito atenta com um olhar tipo cobra capelo.
O jovem lá ía explicando os Paulo Coelho, August Cury ou Sparks, Margarida R. Pinto em resumos condensados do tipo daqueles que aparecem nas contracapa dos livros.
Subi ao 1º andar da livraria e demorei-me entre 15 a 20 minutos. Voltei de novo ao piso térreo e lá estavam os dois personagens. Ele com a mão apoiado num livro de auto ajuda e ela segurando 3 ou 4. Oscilava a cabeça, como que embriagada pela audição de tão conhecedor funcionário. Estavam na secção Esotérica e ele falava que nunca utilizava o elevador do centro e que usava as escadas, porque isso tinha a ver com o karma fechado e violado pela presença de desconhecidos…etc…etc…
Eu estava feito um voyeur, ordinário mas deliciado a ouvir a conversa do recém casalinho. Começavam a ficar engatados como caninos em parque de estacionamento.
A balzaquiana, sedenta, preparava-se para comer o jovem macho.
Ela uma mulher que possivelmente se divorciou para não ter ninguém a quem dar explicações, ele um jovem que cheio de tesão que manobrava para comer a cota.
Ela, uma vistosa balzaquiana frustrada e fútil, ele rissol de carne pronto a ser comido.
Talvez daqui saia um casamento para toda a vida.
Livraria Z
Depois de almoço
Entrei, ía ver as novidades. Os lançamentos as promoções, enfim coisas para comprar.
A um canto reparei num jovem funcionário, entre os 25 e 28 anos, que prestava assistência a uma balzaquiana, loira, cheiinha por entre os 45 e 47 anos, toda muito atenta com um olhar tipo cobra capelo.
O jovem lá ía explicando os Paulo Coelho, August Cury ou Sparks, Margarida R. Pinto em resumos condensados do tipo daqueles que aparecem nas contracapa dos livros.
Subi ao 1º andar da livraria e demorei-me entre 15 a 20 minutos. Voltei de novo ao piso térreo e lá estavam os dois personagens. Ele com a mão apoiado num livro de auto ajuda e ela segurando 3 ou 4. Oscilava a cabeça, como que embriagada pela audição de tão conhecedor funcionário. Estavam na secção Esotérica e ele falava que nunca utilizava o elevador do centro e que usava as escadas, porque isso tinha a ver com o karma fechado e violado pela presença de desconhecidos…etc…etc…
Eu estava feito um voyeur, ordinário mas deliciado a ouvir a conversa do recém casalinho. Começavam a ficar engatados como caninos em parque de estacionamento.
A balzaquiana, sedenta, preparava-se para comer o jovem macho.
Ela uma mulher que possivelmente se divorciou para não ter ninguém a quem dar explicações, ele um jovem que cheio de tesão que manobrava para comer a cota.
Ela, uma vistosa balzaquiana frustrada e fútil, ele rissol de carne pronto a ser comido.
Talvez daqui saia um casamento para toda a vida.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
O Porto é o Porto e o resto são totós...
O Porto é o Porto e o resto são totós e o Sr. Jesualdo é um treinador com sorte, pois tem sempre, não um trunfo na manga, mas um arbitro que lhe safa o jogo. Neste caso o dito arbitro sacou num passe de mágica, não um coelho da cartola, mas sim um penalty. Se o jogo demorasse mais 5 minutos o cidadão do apito tinha sacado outro.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Refinarias e Refinados sacanas …
Os Ingleses são uma treta. Arrogantes e racistas que julgam que ainda têm o império das Índias. Para eles, os trabalhadores portugueses e italianos que iriam trabalhar na refinaria são pessoal clandestino do Magreb ou da Namíbia e não cidadãos de um espaço económico e social comum do qual eles, ingleses, fazem parte mas que se recusam aceitar. Ignorantes que não sabem nada acerca da livre circulação de trabalhadores consagrada no Tratado da União Europeia.
Chauvinistas ignorantes.
Chauvinistas ignorantes.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Este é o exemplo de uma oposição construtiva, com maturidade politica e ética.
A velha senhora no seu silêncio cinico deixou os miudos da JSD sem baby-sitter e eles resolveram fazer porcaria.
A questão que ponho é:
- É esta a alternativa de poder para Portugal?
Resposta:
- Não gozem com os Portugueses.
Bacoradas
“…Se eu fosse inocente, como afirma o primeiro-ministro, e dada a gravidade das acusações que lhe são feitas (exponenciadas pela natureza do cargo exercido), a primeira coisa que faria, perante os factos vindos a público, seria disponibilizar o acesso às contas bancárias, aos e-mails pessoais e a todos os dados que permitissem comprovar a ausência de fundamento dos mesmos…“ http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2190961.html
Como é que se consegue dizer tanta asneira em tão pouca escrita. O post completo é uma colectânea de bacoradas.
Como é que se consegue dizer tanta asneira em tão pouca escrita. O post completo é uma colectânea de bacoradas.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
O menino Dioguinho...
Visão 22-28 Janeiro 2009
"O Banqueiro dos Ricos
Banqueiro à força .
Diogo Vaz Guedes vai regressar à finança onde iniciou a carreira. Prepara-se para recuperar o Banco Privado Português, a pedido dos accionistas."
Depois aparece a foto do menino Guedes com ar de Sta. Teresa DÁvila , suportado por um sorriso perfeitamente infantil. E mais ainda o curriculum do menino no colegio, na tropa...mais uns depoimentos de uns "viscondes" a dizer que " ele nasceu em condições privilegiadas e que poderia ter tido uma vida muito mais confortável..." mais um gráfico com o percurso brilhante do promovido, mais o seu carro, clube , hobbies, paixão, casa e a fortuna da família que tem suficiente dinheiro para comprar paginas de revista. Não me fecundem... Isto é um jornalismo da treta. Jornalismo feito a metro, comprado por familias ricas para lavarem a imagem. Jornalismo radioactivo que contamina ( e não se sente).
Gostava de saber como é que este cidadão vai gerir este imbróglio. Não me parece que tenha a experiência necessária para gerir uma dependência que funcione bem, quanto mais um banco que neste momento está sob investigação e sobre o qual recai indícios criminais graves.
Crise a quanto obrigas...Pobre Visão e pobre cidadão.
"O Banqueiro dos Ricos
Banqueiro à força .
Diogo Vaz Guedes vai regressar à finança onde iniciou a carreira. Prepara-se para recuperar o Banco Privado Português, a pedido dos accionistas."
Depois aparece a foto do menino Guedes com ar de Sta. Teresa DÁvila , suportado por um sorriso perfeitamente infantil. E mais ainda o curriculum do menino no colegio, na tropa...mais uns depoimentos de uns "viscondes" a dizer que " ele nasceu em condições privilegiadas e que poderia ter tido uma vida muito mais confortável..." mais um gráfico com o percurso brilhante do promovido, mais o seu carro, clube , hobbies, paixão, casa e a fortuna da família que tem suficiente dinheiro para comprar paginas de revista. Não me fecundem... Isto é um jornalismo da treta. Jornalismo feito a metro, comprado por familias ricas para lavarem a imagem. Jornalismo radioactivo que contamina ( e não se sente).
Gostava de saber como é que este cidadão vai gerir este imbróglio. Não me parece que tenha a experiência necessária para gerir uma dependência que funcione bem, quanto mais um banco que neste momento está sob investigação e sobre o qual recai indícios criminais graves.
Crise a quanto obrigas...Pobre Visão e pobre cidadão.
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